Pense nisso
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
sábado, 13 de julho de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
Isopainel- Conheça as diferenças entre PIR, PUR , EPS e Lã de Rocha - com testes de resistencia a chama ( fogo)
Conheça um pouco mais da matéria-prima das placas de termo isolamento e veja alguns testes
Materiais como EPS, PUR e PIR são base para o isolamento térmico.
Conheça um pouco mais sobre os materiais
Para ser feito um bom isolamento térmico, é necessário usar materiais específicos como base. Neste caso, existem diversas matérias-primas que podem ser agregadas nos projetos voltados as placas isolantes, com suas características próprias. Entram como base os materiais conhecidos como poliestireno expandido (EPS); poliuterano (PUR); e poliisocianurato (PIR). Estes são bastante específicos e também os mais utilizados, embora existam alguns outros disponíveis no mercado.
Cada um desses possuem finalidades distintas para o isolamento e suas algumas vantagens.
O EPS, por exemplo, é tido como uma matéria bastante versátil em técnicas de isolamento térmico, sobretudo em residências. Normalmente, o poliestireno expandido é usado, com maior frequência, para a construção de fachadas e coberturas, assim como paredes. Em geral, esses tipos de base são usados com a intensão de dar maior qualidade as placas de isolamento, mantendo sua durabilidade.
Para entender melhor as diferenças dessas três matérias-primas, leia abaixo e veja os vídeos
PUR (poliuretano)
É um plástico, termofixo, obtido através de uma reação entre dois ou mais componentes, resultando em uma espuma rígida, com excelentes propriedades termoisolantes e mecânicas.quarta-feira, 13 de março de 2019
Acidente de trabalho não é piada, é coisa seria...
Vendo o vídeo abaixo, podemos até mesmo dar algumas risadas, afinal, pelo o que vamos ver, foram apenas alguns "incidentes" sem consequências mais sérias, mas, você, prevencionista, tem que ficar atento e mais atento ainda, quem tem que ficar é você, TRABALHADOR, que esta voltando aos poucos as suas funções, tomem muito cuidado pois o engenheiro/técnico de segurança é um profissional preparado para lhe ajudar com equipamentos, ações e dicas pra evitar acidentes, mas ele NÃO é o seu anjo da guarda, o primeiro responsável pela sua segurança é você mesmo, então, pode até rir com as imagens abaixo, mas não queira que você esteja em um outro vídeo deste, não seja o próximo a ser motivo de chacota, ou pior, tome cuidado pra não ser motivo de choro e tristeza pra sua família...
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Veja a diferença das chamas em mesma carga incendio com e sem sprinkler...
Vejam este vídeo, dá pra ver com perfeição a diferença entre ter o sprinkler e não ter....
No Brasil não há a obrigatoriedade do sistema ( com algumas exceções) e por isso, muitas empresas, mesmo tendo condições financeiras, ficam somente no básico, achando que somente a brigada, extintores e hidrantes vão resolver.....
Recebi via WhatsApp, se for o dono do vídeo, me avise para dar os devidos creditos
No Brasil não há a obrigatoriedade do sistema ( com algumas exceções) e por isso, muitas empresas, mesmo tendo condições financeiras, ficam somente no básico, achando que somente a brigada, extintores e hidrantes vão resolver.....
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Brasil registra média de 78 milhões de raios por ano, diz Inpe
2012 foi o ano com maior incidência de raios, registrando 94,3 milhões
Nos últimos seis anos, o Brasil registrou uma média de 77,8 milhões de raios por ano, segundo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).Os novos dados apontam que 2012 foi o ano com maior incidência de raios, registrando 94,3 milhões, devido ao fenômeno La Niña, na região norte do país. Em 2013 foram 92 milhões, em 2014 foram 62,9 milhões e em 2015, 68,6 milhões de raios, ano em que houve um acréscimo devido ao El Niño, responsável pelo aumento dos raios nas regiões Sul e parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Para 2017, a previsão é de uma incidência de raios dentro da média histórica. A estimativa é feita a partir das temperaturas dos oceanos Atlântico e Pacífico - Sul, Equatorial e Norte.
Estados e municípios
O estudo mostrou que o estado com maior densidade de raios (quantidade de raios por quilômetro quadrado por ano) é o Tocantins, com 17,1 raios por quilômetro quadrado. Na sequência aparecem Amazonas (15,8), Acre (15,8), Maranhão (13,3), Pará (12,4), Rondônia (11,4), Mato Grosso (11,1), Roraima (7,9), Piauí (7,7) e São Paulo (5,2).
O ranking das cinco primeiras capitais com maior densidade de raios por quilômetro quadrado por ano é: Rio Branco (30,13) Palmas (19,21), Manaus (18,93), São Luís (15,12), Belém (14,47) e São Paulo (13,26).
Mortes
Entre 2000 e 2014, foram registradas 1.792 mortes por descargas elétricas, uma média de 120 vítimas anualmente.
A maior parte das mortes ocorre na Região Sudeste (28%) e as outras quatro regiões estão empatadas com 18% cada. São Paulo é o estado com maior número de vítimas, seguido por Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.
O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Inpe concluiu que 43% das mortes acontecem durante o verão e que, a cada três mortes, duas ocorrem ao ar livre. Além disso, a probabilidade de um homem morrer ao ser atingido por um raio é quase 4,5 vezes maior do que uma mulher. Entre os mortos, 82% eram do sexo masculino. A cada 50 mortes por raio no mundo, uma ocorre no Brasil.
O relatório do Inpe mostrou ainda que as atividades rurais, exercidas por pessoas que recolhiam animais ou se ocupavam de plantações com enxadas, pás e facões, representam 25% das mortes por raio no país. As fatalidades dentro de casa estão em segundo lugar e representam 17%, seguidas de situações em que a vítima estava próxima a um veículo (11%), cujas estruturas metálicas elevam a chance de receber descarga, e embaixo de árvores (8%).
Apesar do perigo de se estar próximo a veículos em tempestades, o Inpe lembra que se refugiar dentro de um automóvel é seguro, desde que não seja conversível.
Levantamento anterior feito pelo Inpe, com informações sobre mortes por raios entre 2000 e 2009, apontou que a maioria das vítimas atingidas em casa estava falando ao telefone com fio, descalça em chão de terra batida ou ainda próxima a antenas, lâmpadas, geladeiras, janelas e televisores.
De acordo com o Inpe, a chance de uma pessoa ser atingida diretamente por um raio é muito baixa, sendo menor do que 1 para 1 milhão. No entanto, se a pessoa estiver numa área descampada embaixo de uma tempestade forte, esta chance pode aumentar em até 1 para mil.
Em geral, as mortes e os ferimentos provocados por raios não ocorrem em situações em que as pessoas são atingidas diretamente, e sim pelos efeitos indiretos das descargas elétricas. A corrente do raio pode causar queimaduras, por exemplo, e a maioria das mortes é causada por parada cardíaca e respiratória. Grande parte dos sobreviventes sofre sequelas psicológicas e orgânicas por longo tempo.
Proteção pessoal
Entre os cuidados que as pessoas devem ter durante as tempestades estão: evitar sair às ruas, refugiar-se em prédios com para-raios ou em abrigos subterrâneos como metrôs ou túneis, evitar usar telefones com fio ou ligados à tomada, ficar longe de tomadas, janelas metálicas e aparelhos ligados à rede elétrica, evitar topos de morros ou prédios e áreas descampadas como campos de futebol e evitar ficar próximo a árvores isoladas.
Se a pessoa estiver em um local sem abrigo próximo e sentir os pelos arrepiados ou coceiras na pele, pode ser indicativo de que um raio está prestes a cair. Neste caso, deve se ajoelhar e se curvar para frente, colocando as mãos nos joelhos e a cabeça entre as pernas. Jamais deve deitar no chão.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-09/brasil-registra-media-de-78-milhoes-de-raios-por-ano-diz-inpe
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Vejam a importância do uso de LGE em areas de tancagem
Vejam neste vídeo a importância do uso do LGE em área de tancagem.....
Sabe o que é LGE?
O líquido gerador de espuma (LGE) é um concentrado de espuma sintética que atua como uma espécie de detergente no combate a incêndios de classe A e B, especialmente em hidrocarbonetos e solventes polares. Não tóxico, biodegradável, resistente a altas temperaturas e com longa vida útil, ele possui baixa densidade e expansão.
Uma das vantagens do LGE e que o torna indispensável no combate a determinados tipos de incêndio é que ele age de maneira efetiva na superfície do líquido inflamado, criando uma barreira protetora e evitando que gases aquecidos se dissipem. Misturado com água doce ou salobra, o LGE pode ser utilizado em equipamentos com ou sem aspiração de ar.
Tipos de líquido gerador de espuma
Todos os tipos de LGE devem ser aprovados pela ABNT, que certifica seu correto funcionamento e a preservação da saúde das pessoas que lidam com essa substância.
É possível encontrar LGEs nas dosagens de 1, 3 ou 6%, que são indicadas de acordo com a aplicação. Alguns são específicos para combater incêndios de classe B, já outros são específicos para solventes polares, hidrocarbonetos ou incêndios de classe A.
Sabe o que é LGE?
O líquido gerador de espuma (LGE) é um concentrado de espuma sintética que atua como uma espécie de detergente no combate a incêndios de classe A e B, especialmente em hidrocarbonetos e solventes polares. Não tóxico, biodegradável, resistente a altas temperaturas e com longa vida útil, ele possui baixa densidade e expansão.
Uma das vantagens do LGE e que o torna indispensável no combate a determinados tipos de incêndio é que ele age de maneira efetiva na superfície do líquido inflamado, criando uma barreira protetora e evitando que gases aquecidos se dissipem. Misturado com água doce ou salobra, o LGE pode ser utilizado em equipamentos com ou sem aspiração de ar.
Tipos de líquido gerador de espuma
Todos os tipos de LGE devem ser aprovados pela ABNT, que certifica seu correto funcionamento e a preservação da saúde das pessoas que lidam com essa substância.
É possível encontrar LGEs nas dosagens de 1, 3 ou 6%, que são indicadas de acordo com a aplicação. Alguns são específicos para combater incêndios de classe B, já outros são específicos para solventes polares, hidrocarbonetos ou incêndios de classe A.
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INSPEÇÃO DE RISCO - Que bicho é esse?
Inspeção de risco é o exame do objeto que está sendo proposto no seguro, visando o seu perfeito enquadramento tarifário e também com o objetivo de atenuar e prevenir os efeitos dos riscos cobertos sobre os bens segurados, identificando possíveis riscos e oferendo opções de melhorias.
Pra que esse blog?
Vamos postar aqui acontecimentos verídicos, noticias, informações, tirar duvidas , arquivos para downloads e mais algumas coisas que podem a vir a acontecer
Porque Seguro Na Inspeção?
Inspeção de riscos não é um bicho de sete cabeças, mas até os mais experientes ainda sentem um friozinho na barriga dependendo do caso, então aqui é para te oferecer material de leitura e pesquisa para que se sinta cada vez mais "seguro na inspeção"


